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segunda-feira, junho 15, 2009

quinta-feira, abril 16, 2009

Paixão

Tenho uma paixão antiga que começa a revelar-se agora: a macrofotografia.
Sou uma leiga, mas aos poucos chego lá!

sexta-feira, abril 10, 2009

Happy Eastern

Ain't i a lucky woman?

quarta-feira, abril 08, 2009

Magical Pieces

Ultimamente tenho tido muitas dúvidas existênciais! Serei eu que remo contra a maré ou este mundo está parado no tempo dos romanos? Qual é a idade ideal para pintar as unhas a uma menina? Na minha opinião, que sou só a mãe da Catrapisca de 2 anos e meio, é evidente que tarde, porque tão simplesmente há coisas que são próprias das mulheres e outras das crianças. Exceptuando o lúdico carnavalesco, em que as meninas se transformam, as pinturas faciais, das mãos e outras coisas que nós mulheres temos orgulho em exibir devem ser única e exclusivamente das mulheres. Adultas, entenda-se!!
As crianças devem pintar as mãos, mas com tintas próprias para isso, não tóxicas, que custam 5€ e picos nas lojas dos brinquedos! É o que dizem os especialistas (*) e as mães, e quem percebe minimamente do assunto! E pintar com as mãos, livremente, dando largas à imaginação própria das crianças. Mas é óbvio que isso dá mais trabalho e suja muito! No entanto, não é preciso lavar com acetona.
No meu entender, é mais revigorante, educativo, contrutivo e motivo de orgulho para uma criança o exibir um desenho feito com as mãos e/ou com os pés, do que umas unhacas minúsculas pintadas! E reafirmo que esta é tão somente a opinião da mãe da Cuca!
É isso e levá-la ao Macdonnalds. Quanto mais tarde, melhor!

sábado, abril 04, 2009

These days

There's a empty hole in my belly!
..............................................
Strange feeling, something's missing

quinta-feira, março 26, 2009

Dúvida existencial


Para quem está a fazer dieta, quantos ovos estão aqui?
Semi-freak??

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Nothing but an egg!!

O mundo é um ovo!
-
-
Sabiam?
-
.
Pequenino...

segunda-feira, setembro 15, 2008

Magical Moments

Cucu.... Hoje é o teu dia. O nosso dia. Parabéns meu amor... Vamos passear?

Da mãe que te ama muito.

segunda-feira, agosto 18, 2008

My star, my sweet star...

... be my guide to guide...
...meine Sophielien.

quarta-feira, maio 14, 2008

Work in Progress


Estou.... atarefada...

segunda-feira, março 03, 2008

Para mim




O primeiro dia


A principio é simples, anda-se sozinho
passa-se nas ruas bem devagarinho
está-se bem no silêncio e no borborinho
bebe-se as certezas num copo de vinho
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

Pouco a pouco o passo faz-se vagabundo
dá-se a volta ao medo, dá-se a volta ao mundo
diz-se do passado, que está moribundo
bebe-se o alento num copo sem fundo
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

E é então que amigos nos oferecem leito
entra-se cansado e sai-se refeito
luta-se por tudo o que se leva a peito
bebe-se, come-se e alguém nos diz: bom proveito
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

Depois vêm cansaços e o corpo fraqueja
olha-se para dentro e já pouco sobeja
pede-se o descanso, por curto que seja
apagam-se dúvidas num mar de cerveja
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

Enfim duma escolha faz-se um desafio
enfrenta-se a vida de fio a pavio
navega-se sem mar, sem vela ou navio
bebe-se a coragem até dum copo vazio
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

E entretanto o tempo fez cinza da brasa
e outra maré cheia virá da maré vaza
nasce um novo dia e no braço outra asa
brinda-se aos amores com o vinho da casa
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida.

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Magical Pieces

Magical Pieces
Eu gosto dos desafios que nos obrigam a falar um pouco de nós e daquilo que achamos acerca de determinadas coisas. Foi lançado pela Diana, do blog Lua Encantada. Hoje é assim:


1- Vida: é muito macaca, tão macaca que às vezes surgem macaquinhos/as onde não deviam.

2- Amor: continuo a acreditar em ti, e sei que andas por aí. Se me bateres à porta, quem sabe...

3- Casamento: de véu e grinalda? Not for me...

4- Família: cada vez mais importante. A minha filha principalmente para sempre.

5- Dinheiro: escasso, dá felicidade, quero-te

6- Homem: escassos, nem sempre dão felicidade, quero-vos :)

7- Mulher: aos pontapés, juntas são confusão, com muito poder nas mãos, velhacas

8- Desejo: férias

9- Sucesso: hei-de ter em todos os aspectos da minha vida

10- Profissão: cada vez mais longínqua

11- Saúde: muito importante e muito esquecida

12- Internet: um mundo sem fronteiras, sem limites. Sou viciada

13- Presente: para viver agora

14- Passsado: para esquecer já

15- Futuro: para sorrir sempre

16- Política: Not for me! Mas quem manda lá em casa sou eu, inevitavelmente.

17- Portugal: paixão e desilusão

18- Sexo: sexar é bom

19- Arte: ter o privilégio de ter passado muitos dias da minha vida de jovem na mesma terra que o meu pintor preferido e reconhecer os locais por ele pintados.

20- Sobre este desafio: ambíguo, que dá azo a muitas respostas. Hoje é assim, amanhã quem sabe...

21- Nomeia pessoas para o mesmo: Já sabem - lanço-o a quem o quiser apanhar.

terça-feira, janeiro 08, 2008

É quase inacreditável

poder entrar num restaurante e não ter de escolher minuciosamente a mesa mais isolada de todos,
levar a catraia e respirar limpo,
comer apenas o conteúdo do prato e beber apenas o batido de banana,
e sair de lá com o cheiro a amora no colarinho.

segunda-feira, janeiro 07, 2008

Balanço, balancete, da balança me lanço...

Findas as festas da época é tempo de guardar todos os símbolos da quadra. Aqui por casa já se tornava urgente pois não estava a conseguir controlar mais os apetites vorazes da catrapisca, que descobriu que as pinhas/bolas coloridas da árvore eram feitas de chocolate e que os embrulhos brancos (não comestíveis) também serviam para apaziguar o brotar dos dentes.
Se eu fizer um balanço de 2007, corro o risco de cobrir o blogue com muitas nuvens pretas. Não quero, pois há um novo sol a brilhar! Este ano que terminou deixou-me muitas cicatrizes, feridas que ainda esperam por cuidados, ficaram muitas histórias para contar e por contar, muitas perguntas sem resposta, respostas que não queria ouvir. Foi um ano de cão. De há uns tempos para cá, aprendi a fazer um exercício que me tem ajudado várias vezes. Se colocar numa balança os pós e os contras das situações em que me encontro e se por acaso o prato dos contra levar a melhor, então há que repensar as minhas opções. Mas como quase tudo na nossa vida, é um exercício falível, passível de induzir em erro. E não aplicável em todas as situações.
Mesmo que nada tenha mudado com o passar do 31 para o dia 1, acabo por fazer listas mentais de pequenas coisas que gostaria de mudar essencialmente em mim, já que com os outros não tenho esse poder. Assim, neste novo ano quero:
- comer mais fruta e legumes
- ser mais organizada (A minha mãe diz-me muitas vezes, "roupa lavada, roupa passada!" e o Dr. Phill ensinou-se que se deve arrumar uma divisão de cada vez, em vez do tão famoso grão a grão enche a galinha o papo, ou seja, nem que nas outras divisões reine o caos absoluto!). Os autarcas da zona também deviam seguir o conselho deste homem e acabar as obras que começaram na estrada por onde passo todos os dias!
- organizar o blogue e as referências/fotografias/nomes dos bijoux (às vezes, isto de dar nome às peças moe-me o juízo. Pergunto-me quando chegar à peça 1000, como será? Se existem algumas que são flagrantes, outras nem por isso, e muitas vezes a minha imaginação tarda em dar sinais de vida)
- separar águas, aqui e noutros lados e talvez criar uma loja para ter tudo arrumadinho
- comer menos chocolate e bolos (medo, muito medo de ficar com o nariz do pinóquio!)
- expandir o "negócio"
- investir profissionalmente
- tirar férias a sério
- começar a dieta antes do Verão, melhor ainda, (sei que há grandes possibilidades de ser constantemente adiada e abusivamente dilacerada pelos meus ataques e pela minha necessidade diária de açúcar, nomeadamente na forma de pasta de cacau, mas eu vou tentar...)
- andar mais penteada, arranjar as unhas frequentemente, mimar, mimar, mimaaar-mee!
- ...
E pronto, acho que por agora é tudo. Tudo de bom para todos, mais para mim, para a minha filha e para os meus (humpft!!)
Ano 2008, bissexto, número redondo, sem arestas. A ver vamos...
Já agora, gostam do novo look? Made by me!

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Hoje é o meu dia de anos. Vou fazer aquilo a que tenho direito: brincar, brincar, brincar.
Um beijinho para todos vocês!



Andava eu a falar sozinha pelas ruas da santa terrinha quando ouvi: "Cota grossa"!


Não sei se ria, se chore.

quarta-feira, outubro 17, 2007

Magical Pieces

The Path


Enquanto seres humanos, conscientes da nossa condição como tal, possuímos uma série de aptidões que nos diferenciam dos restantes habitantes deste planeta e que acentuam a evolução da espécie. Temos a capacidade de optar por aquilo que achamos mais correcto para nós próprios, recusando o que não nos interessa minimamente ou o que não nos trará felicidade alguma. A liberdade de escolha apresenta-se como uma mais valia na nossa vida e somos nós que traçamos as linhas orientadoras do nosso caminho. Salvo em casos extremistas, no nosso dia-a-dia, ninguém nos encosta uma faca à garganta, obrigando-nos a fazer aquilo que não queremos. Somos, na verdade, influenciados por factores intrínsecos à nossa sociedade. O marketing, por exemplo, ludibria-nos a mente para a escolha e aquisição de determinado produto em vez de outro. Outros, como a escolha de uma casa é acompanhada de condicionantes como o preço, o clima da zona, a vizinhança, mas ainda assim, considero que, a maior parte das vezes, a última palavra é de quem tem o porta-moedas na mão.
No entanto, há quem seja mais facilmente influenciável em muitas questões por ter, segundo a minha visão das coisas, um handicap na personalidade, por se mostrar dúbio consigo próprio e nas decisões que eventualmente possa tomar. A sua capacidade de escolha está obviamente condenada. Um adulto recto e perene nas suas convicções é dificilmente dominado por terceiros, resiste e preserva os seus valores morais, pessoais, culturais e afins.
Quando se trata de afectos, o poder de decisão encontra-se igualmente nas nossas mãos. Quando nos decidimos por determinado parceiro(a) e não por outro(a), fazemo-lo após efectuar várias radiografias ao carácter, personalidade, integridade de quem se nos apresenta à frente e se essa pessoa corresponder aos nossos requisitos então optamos conscientemente. Há quem diga que a vida é tentativa e erro. Certo e todas as dúvidas são legítimas. Contudo, ao assumirmos compromissos, somos capazes de discernir o correcto e o errado de opções no seio das relações afectivas. Não há que devanear sobre paixões momentâneas e incontroláveis até porque falo de e para pessoas adultas que supostamente atingiram um nível de maturidade que lhes permite distinguir o benefício e as desvantagens de uma ou outra opção. Para mim, é claro como água. Porém, e porque há sempre várias adversativas algures perdidas, há quem seja dono(a) e senhor(a) de dois pesos e de duas medidas, descurando qualquer tipo de acordos estabelecidos. Outras vontades sobrepõem-se aos compromissos assumidos por duas pessoas. Neste caso, a liberdade de escolha deixa de fazer sentido. Perde-se a equidade nos juízos, actos e decisões e mergulha-se num assolar de escolhas comodistas. Opta-se, assim, por caminhos facilitadores e ausentes de responsabilidades. Como adultos.
Em suma, e repito, a opção de escolha é uma mais valia que nos é oferecida de mão beijada e a qual podemos usar em tudo o que controlamos enquanto seres maduros. Para o bem e para o mal.

Eu, neste momento, e conscientemente, escolho ser feliz. Tout court!

sábado, outubro 06, 2007

De tarde...

Dias como o de hoje são de aproveitar para passear com a catraia. Agora que o calor se vai embora devagarinho é importante proporcionar-lhe outras memórias de outros lugares, outras cores, cheiros e momentos, dos quais não se lembrará mas que ficarão escondidos dentro dela.
Brisa ligeira, bem agradável, sol sorridente e vontade de lhe mostrar a natureza, os movimentos, as árvores, os barulhos, as pessoas. Fomos lanchar bem no centro da vila saloia e gozar destes momentos preciosos. Pisámos juntas as folhas que se amontoavam por baixo das árvores, fizemos caretas ao cheirar as flores, apontámos para todos os cães que passavam por nós. Para recordar este dia, uma senhora enorme em tamanho e simpatia ajudou à fotografia. Obrigada!
No fim do passeio, não pude deixar de me render à minha perdição outonal: as castanhas.

segunda-feira, setembro 03, 2007

Nin... In... Insónia.


Grito dentro de um saco que soa como um soco seco. Sacudo-me.


Mudança. Hoje. Sorriso.

sábado, agosto 18, 2007

Incrédulo. Insosso. Insónia.

In-...

quarta-feira, agosto 15, 2007

Me, myself and a cup of tea

De regresso? A ver vamos... Férias, nem vê-las...